julgamento dos três acusados pelo duplo homicídio registrado em 23 de novembro de 2023, no interior do Shopping Popular de Cuiabá.
Após mais de 10 horas de julgamento, a sessão foi presidida pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, titular da 1ª Vara Criminal da Capital. O julgamento integra o calendário de atividades do Mês Nacional do Júri, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A cobertura da sessão continuará sendo atualizada nesta mesma matéria, ao longo do dia, conforme o andamento dos debates e votação dos jurados.
Relembre o caso
Segundo a denúncia do Ministério Público, Jocilene Barreiro da Silva e Vanderley Barreiro da Silva, mãe e filho, teriam encomendado a morte do lojista Gersino Rosa dos Santos, como vingança pelo homicídio de um familiar ocorrido dias antes.
O executor contratado, Sílvio Júnior Peixoto, teria entrado no Shopping Popular, se aproximado pelas costas de Gersino e efetuado dois disparos na nuca.
Um dos projéteis atravessou o corpo da vítima e atingiu o vendedor Cleyton de Oliveira de Souza Paulino, que estava na linha de tiro, provocando sua morte.
Confira como foi o primeiro dia do julgamento neste link
Acompanhe as atualizações:
09h18 – Sessão retomada
Após ser suspenso às 21h40 dessa quarta-feira (12), o Tribunal do Júri presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, titular da 1ª Vara Criminal de Cuiabá, é retomado. A sessão reinicia com a réplica do Ministério Público, representado pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos.
09h20 – Promotora apresenta réplica
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos inicia sua réplica dirigindo-se aos jurados e aos familiares das vítimas presentes no plenário.Ela destaca o impacto social e humano do crime, reforçando a tese acusatória. “A sociedade não aceita o que aconteceu com seu filho”, afirma, ao mencionar a dor das famílias de Gersino e Cleyton. “Eles morreram sem saber por que morreram. Foram surpreendidos por um pistoleiro contratado para executar uma sentença de morte.”
A promotora diz que o crime foi planejado e praticado de forma covarde, sem possibilidade de defesa das vítimas. Ela reitera que o MP confia na condenação baseada nas provas apresentadas.
Vitória Maria Sena / Foto: Josi Dias
Coordenadoria de Comunicação do TJMT

































