“Nova IA identifica crédito tributário de empresas em 24h”, diz o advogado Eliézer Marins

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Especialista da Marins Consultoria explica que a tecnologia própria e o suporte de uma consultoria especializada contribuem para a economia de até 70% em impostos

Desafiador, burocrático e extremamente complexo, o sistema tributário brasileiro exige das empresas investimentos robustos tanto de tempo quanto de recursos.

De acordo com o estudo “Doing Business, do Banco Mundial, o Brasil é o país em que as empresas gastam mais horas para apurar, declarar e pagar impostos. São mais de 1.500 horas por ano, em média.

O setor produtivo de países da América Latina e Caribe leva, por exemplo cerca de 20% desse tempo. Já entre os membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), são necessárias apenas 159 horas para cumprir todas as obrigações fiscais e tributárias.

Tamanha complexidade demanda o suporte de profissionais capacitados e investimento em tecnologias, dois quesitos nos quais a Marins Consultoria detém larga experiência.

“A revolução tecnológica dos últimos anos desencadeou uma onda de avanços extraordinários em diversos setores da economia. No âmbito tributário, a inteligência artificial (IA), emergiu como uma aliada poderosa na gestão fiscal e na recuperação de créditos tributários”, diz Eliézer Marins, da Marins Consultoria.

Há 55 anos no mercado, a empresa nasceu em Salvador, Bahia, e foi fundada pelo pai de Eliézer, o Sr. Eliezer da Silva Marins. Hoje, conta com escritórios em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, além de Ponta Grossa (PR), Salvador (BA), Dubai (Emirados Árabes Unidos) e Orlando (Estados Unidos).

“A inteligência artificial se destaca como uma aliada poderosa no setor tributário, proporcionando vantagens significativas em termos de eficiência, conformidade e recuperação de créditos tributários”, conta Marins. A seguir, o advogado explica o impacto da IA na área e como é possível economizar até 30% no pagamento de impostos mensais. Confira:

 

Como você avalia o sistema tributário brasileiro?
Eliézer Marins – Complexo e desonesto. São milhares de leis e normas tributárias, inúmeros impostos a serem pagos, cada um deles com legislação e destino específicos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que mais de 95% das empresas pagam mais impostos do que realmente deveriam.

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Como essa complexidade impacta no desempenho das empresas?
Eliézer Marins –O empresário que não tem uma boa consultoria tributária fica com o fluxo de caixa apertado. A burocracia excessiva e a complexidade da legislação dificultam, ainda, a gestão das empresas e fazem com que os CEOs precisem dedicar mais tempo a essas demandas, quando deveriam focar no crescimento do negócio.

 

De que forma a Marins Consultoria pode ajudar o empresário?
Eliézer Marins – Com a nossa ajuda, a economia pode chegar a até 70% e parcelamento na quitação de dívidas; e até 30% no caso do pagamento de impostos mensais. Essa economia pode ser alcançada porque temos precatórios federais exclusivos para pagamento de impostos que possibilitam até 30% de deságio; ou seja, desconto.

No caso de débitos, como fazer a regularização?
Eliézer Marins – O cliente entra em contato com a equipe comercial da Marins, que solicitará algumas informações. Depois que esses dados forem checados, o comercial marcará uma reunião com a equipe técnica que, em 95% das vezes, traz economia para o empresário.

 

Como é possível obter a redução de até 30% na carga tributária mensal?
Eliézer Marins – Isso advém de créditos que temos de terceiros, que são credores da União e detém precatórios ou créditos para pagamento de impostos. Esses credores preferem vender os créditos deles para receber de imediato com desconto do que esperar 10, 15 anos.

A Marins Consultoria saiu na frente e lançou a primeira IA da área tributária. Como a tecnologia funciona? Quais vantagens ela oferece?
Eliézer Marins – Nossa IA é capaz de identificar, em apenas 24 horas, se a empresa tem crédito dentro da Receita Federal. Até então as IA’s disponíveis no mercado precisavam de centenas de informações. A impressionante capacidade da IA de processar imensos volumes de dados e identificar padrões complexos tem se revelado fundamental para aprimorar os processos fiscais e assegurar o cumprimento das obrigações tributárias.

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Vale ressaltar que tanto a Marins Consultoria quanto nossa IA, respeitam as leis. Sabemos que recuperação de impostos surge dos equívocos de cobrança dos tributos realizados pelo governo. E o próprio Governo, por lei, autoriza que a restituição e a recuperação sejam feitas. O Código Tributário Nacional, nos artigos 165 a 168 e 170, prevê a possibilidade do contribuinte, seja pessoa física ou jurídica, restituir total ou parcialmente um tributo pago incorretamente.

Na sua visão, o uso da IA no setor tributário ainda exige ajustes e considerações éticas?
Eliézer Marins – Sim, é imperativo reconhecer que o uso da tecnologia também traz desafios e considerações éticas que precisam ser abordados com atenção. Empresas e autoridades fiscais precisam ser claras sobre como a IA é utilizada nas tomadas de decisão fiscal e como os algoritmos são treinados. Isso é crucial para evitar discriminação algorítmica e fomentar a equidade.

Contudo, com um planejamento estratégico e um compromisso inabalável com a transparência e a ética, empresas e autoridades fiscais podem explorar ao máximo o potencial da inteligência artificial para aprimorar a gestão fiscal e promover um ambiente tributário mais justo e eficaz. O futuro da IA no setor tributário é promissor, e seu papel continuará a expandir à medida que a tecnologia avança e se adapta às necessidades em constante evolução das empresas e organizações tributárias.

 

O que você diria às empresas que ainda não contam com assessora tributária?
Eliézer Marins – Que elas estão dentro da estatística levantada pelo IBGE, ou seja, de cada 100 empresas, 95 pagam impostos a mais. Elas podem deixar de fazer parte da maioria contratando uma boa assessoria tributária, um suporte essencial e ainda mais oportuno para o planejamento tributário no fim do ano.

 

Estatísticas de estudo apontadas pelo IBGE / Impostômetro (2015 – 2017)

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