“Polícia não pode combater criminalidade cometendo crimes”, diz Lewandowski

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Ministro da Justiça lamenta caso de jovem baleada em abordagem da PRF e defende decreto que restringiu uso de armas e afirma que agentes federais precisam dar exemplo

O ministro da Justiça e Segurança Publica, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta quarta-feira (25) que a polícia não pode combater a criminalidade cometendo crimes. Segundo ele, policiais precisam dar o exemplo.

“A polícia não pode combater a criminalidade cometendo crimes. As polícias federais precisam dar o exemplo às demais polícias”, afirmou .

O ministro classificou como “lamentável” o caso da jovem baleada na cabeça durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Rio de Janeiro, nesta véspera de Natal. E defendeu o decreto do governo para regular o uso da força por policiais. Entre outros pontos, o documento diz que a arma de fogo só poderá ser usada em último caso.

“O incidente demonstra a importância de uma normativa federal que padronize o uso da força pelas polícias em todo o país”, destacou.

Lewandowisk também afirmou que tem empenhado todos os esforços para que as responsabilidades sejam devidamente apuradas.

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Jovem baleada

Juliana Leite Rangel foi baleada na cabeça durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal, na noite desta terça-feira (24), na rodovia Washington Luís (BR-040), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Ela está no hospital, em estado grave. Em última atualização, a vítima permanecia entubada no Centro de Terapia Intensivo (CTI) da unidade, com quadro de saúde considerado gravíssimo.

A Direção-Geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) afastou preventivamente das atividades operacionais os policiais envolvidos no caso.

A polícia não pode combater a criminalidade cometendo crimes. As polícias federais precisam dar o exemplo às demais polícias.

O lamentável incidente ocorrido nesta terça-feira (24), no Rio de Janeiro, demonstra a importância de uma normativa federal que padronize o uso da força pelas polícias em todo o país.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública lamenta o ocorrido e se solidariza com a vítima e seus familiares.

Informa ainda que tem empenhado todos os esforços para que as responsabilidades sejam devidamente apuradas.

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